As crianças da Zezé
A velha casa é invadida...
Severos bustos esculpidos testemunham brincadeiras.
Espelhos bisotées emoldurados refletem traquinagens.
Risos, gritos, correrias.
E depois, silêncio.
E depois, pelos salões ecoa, em cantos afinados,
A BELEZA!
A velha casa abre o seu coração e se rende,
pela greta entreaberta no tempo, pressente:
Platéias,
Músicos,
Cantores,
Artistas.
A BELEZA!
Assim seja.
Amém.